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Cadeira Vermelha: assistentes sociais realizam oficina sobre o projeto em encontro anual

As assistentes sociais dos Colégios da Rede Jesuíta de Educação, no Brasil, estiveram reunidas, no final do mês de janeiro, para o primeiro encontro da Rede PIEA do ano, que contou com uma dinâmica reflexiva sobre o Projeto Cadeira Vermelha.

A reunião de Rede é um momento para avaliar o ano que passou e planejar o próximo por meio da formação, capacitação e reflexões sobre o processo de trabalho desenvolvido nos Colégios, além de constituir também um espaço de compartilhamento de experiências que instiga os profissionais a buscarem cada vez mais o Magis dentro de suas ações.

Pensando no trabalho de inclusão que esses profissionais realizam em suas obras educativas, as assistentes sociais do Colégio Anchieta e do Colégio Catarinense, Josiane Sturmer e Natalia Kranz, realizaram uma atividade reflexiva de encerramento do encontro, quando foi apresentado ao grupo o Projeto Cadeira Vermelha. Criado em 2012 pela plataforma Educate Magis, ONG jesuíta Entreculturas, o Friends Of Fé y Alegria dos Estados Unidos e o Edujesuit, o projeto acende um alerta para os números de crianças em idade escolar que se encontram fora da escola, cerca de 61 milhões atualmente.

Trazendo esses dados para o espaço de reflexão, foi dada visibilidade ao número aproximado de 5072 Bolsas de Estudo concedidas pelos Colégios da RJE do Brasil no ano de 2019 e o papel fundamental dos assistentes sociais nesse processo de inclusão. “Entendemos que cada uma dessas bolsas concedidas é uma ‘Cadeira Vermelha’ que foi ocupada, mas vai além, se expressa na mudança de perspectiva de uma família, de uma comunidade, em que aquele aluno incluído terá oportunidade de ser protagonista de sua história de superação”, explica Josiane.

Para Natalia, os assistentes sociais vivenciam experiências exitosas ao longo do ano, quando podem ver claramente o desenvolvimento dos alunos, suas famílias e a forma como se transformam em histórias de sucesso que são inspiradoras para o trabalho. “Como forma de materializar essas lembranças e o protagonismo desses profissionais na construção de uma educação inclusiva e de qualidade, foi oportunizado um espaço de interação com a pintura de cadeiras, transformando o trabalhado desenvolvido em um objeto de recordação, motivação e inspiração para que muitas ‘Cadeiras Vermelhas’ venham a ser preenchidas através do nosso trabalho”, completa.